Me respondam... Porque ainda damos tanta 'trela' pra esses sulistas que pouco estão se importando com o futebol paraense?
O dono do Tuíte acima diz ter paixão por time A, B ou C, abertamente no ar na emissora que trabalha, no entanto, ainda damos muita bola para o queles dizem sobre o nosso futebol, coisa que eles não vivem no sangue, reclamamos quando grandes nomes do Rádio Paraense começam a meter o pau nos clubes, aí, queremos responder a altura dizendo que os cronistas daqui não sabem de nada, estão gagás, e aí vem esse aí e fala uma coisinha e todo mundo acha lindo...ele é o cara mais correto do mundo...Quem são eles, ou quem é ele, que não vive nossa realidade, enquanto que os daqui, que não damos valor, vivenciam dia dia o nosso futebol, e vivendo também disso.
Complicado é aceitar isso, não admito sinceramente que jornalistas A ou B lá de longe venham meter bedelho nas coisas nossas, sabe porque? porque alguma opnião dos jornalistas daqui valem alguma coisa lá? Não!.. estão pouco se lixando para o que pensamos ou para o que fazemos...o maior jornal de esportes da TV aberta fechou seu noticiário com clube paraense apenas uma vez e foi pela Copa do Brasil, quando o Paysandu bateu o Sport, e o Parazão?..
Então não venham me dizer que esses cara estão certo, porque não estão..lá eles tem libertadores, Copa do Brasil, e brasileirão Série A a vontade, enquanto aqui é uma luta, se não fosse a nossa imprensa apaixonada e nosso torcedor também apaixonada, penso que estaríamos na situação do Maranhão ou Amazonas.. Clubes paraense não vivem sem a Imprensa e imprensa não vive sem os clubes..um precisa do outro..mas e aí, algum jornalista Sulista investe um real em Remo ou Paysandú?, Cametá ou Águia? então façam-me o favor!!!!
Foto: Twitter.com/Miltonneves
Resumo “Os Reis Taumaturgos: O caráter sobrenatural do poder régio, França e Inglaterra” (Marc Bloch) Os reis Taumaturgos, escrito pelo historiador Marc Bloch, se consolida a priori, como um livro de certa forma, cansativo, pois a quantidade de informações trazidas na obra são muitas; não é a toa que a obra se mostra como uma história de longa duração. Partindo da idade média até o século XVIII, Bloch traz como ponto fundamental da sua obra histórica, como Burke afirma, a crença de que os reis da França e da Inglaterra tinham um poder curativo, miraculoso de, simplesmente, com o toque de sua mão real seguido do sinal da cruz, poderiam curar as escrófulas, doença vigente na Europa neste recorte histórico, pois o rei francês e inglês em um homem sobrenatural, de uma linhagem nobre, que era abençoado por Deus e por isso surgis como um curandeiro das doenças. Neste caso, as escrófulas, denominada de o mau régio, se mostra como a doença que os reis eram os responsáveis por sua cura. Ao lon...
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